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domingo, 19 de setembro de 2010

Mas afinal, o que é Habilidade de Ouvir?

O blog "Habilidade de ouvir" foi criado para ser um espaço onde poderíamos refletir sobre uma das principais competências do indíviduo: a de ouvir.
As nossas postagens focavam no tema em uma perspectiva corporativa, na maneira de se relacionar no dia a dia das organizações, o diálogo entre uma empresa e seus públicos. Mas, nesse último post gostaríamos que o assunto fosse mesmo sobre como nós ouvimos uns aos outros, não só no trabalho, mas em casa, com sua família, na faculdade, com seu grupo de estudo, em todos os ambientes em que há uma troca de informações e experiências.
Você já parou para pensar na sua postura de ouvinte?
A habilidade de ouvir na comunicação é uma atitude passiva, mas que demanda de nós um comportamento ativo e uma postura de respeito e interesse. Ter a paciência de deixar o outro terminar o que está dizendo, não atropelar um assunto e muito menos julgar o outro indivíduo e sim o que está sendo dito.
Obrigada a todos nossos leitores que participaram e nos ajudaram na construção do blog.
Obrigada por nos ouvir!

Por: Raquel Longo

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Os melhores líderes


No início deste mês foi publicado pela editora abril o Guia das revistas parceiras VOCÊ S/A | EXAME  “150 melhores empresas para você trabalhar 2010”. Entre os diversos pontos analisados nas empresas vencedoras, a característica que mais se destaca é sem dúvida nenhuma a liderança. 
Nas empresas campeãs os líderes são os responsáveis por compreender e traduzir os anseios e necessidades dos colaboradores com a cultura e objetivos estratégicos da organização. É nesse ponto que se destacam os líderes que realmente conseguem alinhar os interesses entre seus funcionários, daqueles que representam apenas o papel de chefia. Esses verdadeiros líderes conseguem que as pessoas se sintam valorizadas e satisfeitas com a empresa e por consequência fazem com que sua equipe entregue melhores resultados.
Segundo José Drummond Jr., presidente da campeã do ano, Whirlpool - que está presente no guia desde sua primeira edição em 1997 - “O máximo do perfil de um líder é trabalhar todo dia para desenvolver gente melhor do que ele”. Assim, o objetivo do líder deve ser atrair, desenvolver e reter profissionais que tenham os valores em sintonia com objetivos da empresa. 
 
 Vale lembrar que as empresas que participam desse anuário são avaliadas por seus funcionários, que não são obrigados a responder e podem falar para os jornalistas da Você S/A o que realmente ponderam sobre seu ambiente de trabalho. Esse é um selo importante, pois mostra o valor e força que os funcionários possuem dentro e fora das organizações. 
É claro que levar uma liderança efetiva do discurso até as atitudes práticas não é uma tarefa fácil, porém as 150 melhores empresas vencedoras do ano estão aí para provar que sim, é possível. Empresas que possuem líderes com essa habilidade conseguem que sua equipe trabalhe melhor e produza mais. 
Por Renata Ferreira

Fonte: Guia Você S/A | EXAME "150 melhores empresas para você trabalhar 2010"

sábado, 11 de setembro de 2010

Cafezinho Organizado

Aqui no blog  já falamos sobre a importância da cultura de ouvir na comunicação interna das empresas, mas esta semana vou tentar exemplificar um pouco do que dissemos até hoje.  Saber ouvir é importante e é necessário criar mecanismos para que este processo seja realmente eficaz.

A “hora do cafezinho”, momento de descontração, em que as pessoas se encontram e é uma ótima oportunidade para trocar informações é comum no dia a dia corporativo, independente do ramos ou número de funcionarios de uma organização. Na empresa onde eu trabalho acontecem mensalmente a “reunião de cafezinho”, que simplificando é como uma hora do café mais organizada.

O objetivo destas reuniões é um bate papo informal, como à hora do cafezinho mesmo, que além de promover a integração entre os colaboradores é uma hora para ouvir os funcionários, suas sugestões e até mesmo reclamações e tirar suas dúvidas sobre qualquer assunto.

As reuniões funcionam da seguinte forma é convidado um gestor de qualquer área e são convidados funcionários aleatórios, sempre com colaboradores de fábrica e administrativo, e que não sejam subordinados a este gestor. Desta forma, garantimos que os funcionários possam falar sem medo de qualquer represália.

Você deve estar se perguntando e isso funciona? Eu também me perguntei, será que as pessoas falam mesmo neste tipo de “reunião”? Sim, elas falam e como falam! As pessoas saem sim das suas rotinas aterafadas, para tomar um café com algum gestor qualquer, que muitas vezes eles nem conhecem. É interessante, pois este tipo de pratica já esta na empresa há alguns anos, e já faz parte da cultura. As pessoas acreditam neste processo, e quando sabem que algum colega foi convidado para uma reunião de cafezinho, fazem desta pessoa seu porta-voz.

Em uma empresa com mais 600 colaboradores é comum não conhecermos nem a metade deles, este tipo de mecanismo ajuda na integração, além de facilitar a visão do todo do “próprio negócio”, pois cada um conta o que faz seus êxitos e dificuldades.

É importante destacar também, que o líder tem que estar preparado, para que o bate papo não vire um “muro das lamentações” e seja verdadeiramente um espaço para troca de informações e integração entre os colaboradores. Por isso há sempre uma pessoa de comunicação que busca mediar o papo para que os objetivos da reunião sejam cumpridos.

Como já dissemos por aqui, saber ouvir para a comunicação ser eficaz é essencial e isto é feito não somente com uma ação, é preciso que se estabeleça uma cultura, e que as pessoas envolvidas e principalmente as lideranças estejam realmente dispostas a praticar também o exercício de ouvir bem, não apenas falar bem.

Por: Alinne Arantes

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Ouvir para comunicar é essencial para a comunicação interna efetiva

É fato que a comunicação interna ajuda no desenvolvimento da organização como um todo, isso pois é o meio por onde os colaboradores se reconhecem na organização, se informam, entendem sua estratégia, negócio e cultura.

Então, é imprescindível que a comunicação interna, além de transmitir as mensagens de negócio, seja interessante para os colaboradores. Assim, canais diretos para ouvir a opinião, as ideias e até mesmo as reclamações dos colaboradores são fundamentais para que eles se sintam ouvidos e se vejam como parte da organização.

O processo pode partir de caixas de sugestões, e-mail, fóruns, blogs, pesquisas e até mesmo de reuniões de feedback ou com ombudsman. Essas ferramentas podem variar de empresa para empresa, pois apenas serão efetivas aquelas que os colaboradores se sentirem confortáveis para falar.

Desta forma, cabe ao gestor da comunicação interna escolher a melhor ferramenta e é essencial que ele utilize os dados coletados de maneira que a comunicação interna seja o real reflexo do que é o dia a dia de seus colaboradores, e não apenas mais um jornal, revista, blog ou ação organizacional.
Por: Roberta Massoni

terça-feira, 24 de agosto de 2010

O papel do líder

Estava lendo essa semana uma matéria do Thomas L. Friedman, ganhador do prêmio Pulitzer, a matéria era sobre lideres políticos que marcaram história, que fizeram diferença. Ele menciona alguns momentos do Mandela e sua capacidade de sensibilizar não só os sul-africanos, mas o mundo inteiro, um líder nato que convocou seu povo para colocar um fim no apartheid.


A discussão central da matéria era a falta de um grande líder nos dias de hoje, alguém que nos surpreenda, capaz de ir além de sua história, de sua clientela política, suas pesquisas de opinião, suas circunstâncias – e que simplesmente faça o que é certo para seu país.

Essa matéria é sobre os líderes políticos, pessoas que influenciam e mudam o mundo. Isso pode parecer muito distante da nossa realidade, mas se pensarmos bem, qual a real diferença dos atributos de um líder político para um líder que está na nossa empresa, que encontramos todos os dias no café? Será que ele também não tem que nos surpreender diariamente, ir sempre além?

Acredito que guardada as devidas proporções, estamos falando de líderes e independente do tamanho ou abrangência de sua atuação, sempre há alguém para ser escutado, esperamos que alguém faça a diferença.

Estreitando ainda mais o papel do líder na organização e pensando agora na comunicação interna, será que os atributos e expectativas mudam só porque estamos funilando o papel do líder?

Acredito que, independente do escopo de seu trabalho, as expectativas continuam as mesmas e é dele parte da responsabilidade de ajudar as equipes a entenderem como suas atividades se encaixam na estratégia da organização, e que as organizações são essencialmente as pessoas que dela fazem parte.

Parece um trabalho impossível, mas acredito que tudo comece com a abertura de diálogos, canais eficientes de comunicação é o início para todo o trabalho

Por: Sarah Salgado
Fonte: Jornal O Estado de S. Paulo, 24 de agosto de 2010

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Escutar e Entender



Desde o momento em que nascemos somos orientados a ouvir mais do que falar, nossa origem está relacionada as áreas de conversação e com a capacidade humana de aprender uns com os outros por meio da escuta.

Segundo Humberto Marioti, o ser humano possui dois tipos de modo que utiliza para escutar. O primeiro está relacionado com o fato de que inicialmente escutarmos para então descobrir, se o que o outro nos diz coincide ou não com o que pensamos. Isso acontece, pois cada indivíduo está inserido em sua própria cultura fazendo com que analisemos o que nos é dito com base em nossas crenças e valores individuais. Essa forma de escutar é a mais comum entre a maior parte das pessoas, em que uma barreira é criada entre o que acreditamos e o que é diferente de nós.

O segundo modo que podemos escutar se refere á tentativa de compreender as ideias do outro, ou seja, o foco da atenção não está na nossa visão de mundo, mas no que o outro tem a nos dizer. Essa forma de escutar permite á quem escuta estar em constante aprendizado, pois admiti nas mensagens do outro a diferença e reconhece que não existe certo ou errado na maneira de pensar. Tudo é uma questão de ponto de vista.

Esforçar-se em compreender o que o outro tem a dizer é a base para a inovação organizacional - uma premissa fundamental para uma gestão eficaz, pois vivemos na era da individualização impulsionada pelo empoderamento do individuo, pelas mídias socias e a era da transformação, onde a mudança deixa de ser encarada como “ o que nos acontece ” para ser aceita como “o que somos ”.

O gestor que consegue entender e aceitar as diferenças (que a principio parecem “assustadoras”), obtém melhores resultados, ao utilizar as diferentes interpretações da sua equipe, que contribuirão para estratégias do cotidiano empresarial.

Por: Karen Brandassi


Fonte: http://www.aberje.com.br/acervo_colunas_ver.asp?ID_COLUNA=294&ID_COLUNISTA=52

sábado, 7 de agosto de 2010

O diálogo e a escuta

  A forma como a organização se comunica impacta diretamente no relacionamento com seus públicos. Ela utiliza as ferramentas de comunicação como jornais, murais e intranet apenas como essa maneira de interação? Fala e ninguém escuta? Ou ela é aberta ao diálogo?
 
 O básico da comunicação está no diálogo, a interação entre líderes e colaboradores, de maneira transparente, fluida e direta. Entretanto a eficácia da transmissão das mensagens só acontece quando ambas as partes possuem a habilidade de ouvir uma a outra. Diversas pesquisas comprovam que os colaboradores preferem a comunicação face a face com seus líderes, a dinâmica da troca de palavras junto a emoções e percepções que são apenas notadas aqueles gestores que estão dispostos a ouvir sua equipe.


  O líder que ouve é aquela figura que transmite confiança e que estimula o colaborador a conversar, a expor suas ideias e opiniões, perdendo medos ou receios tão comuns em um ambiente organizacional. Portanto como ponto fundamental do diálogo está a audição, a habilidade de escutar o que o outro tem a dizer fortalece o relacionamento e dá espaço para boas conversas.

Por Raquel Longo