Pesquisar este blog

Mostrando postagens com marcador mercado de trabalho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mercado de trabalho. Mostrar todas as postagens

domingo, 9 de maio de 2010

Ouvir também é estratégico!


Na última sexta-feira o Prof. Fabio Caxito publicou em seu blog, “Acelere sua Carreira”, alguns resultados de sua pesquisa* desenvolvida para conhecer a realidade brasileira, sobre a geração y e o mercado de trabalho.
Nesta pesquisa foi constado que 84,3% dos jovens buscam um ambiente de trabalho justo, no qual suas idéias e opiniões sejam ouvidas. Porém, apenas 65,3% consideram que a empresa os ouve.

Todos nós sabemos que essa geração está promovendo mudanças no mundo corporativo. Agora pensando nesta constatação pela ótica da comunicação corporativa: Será que os comunicadores e até mesmo os futuros comunicadores, pertencentes a esta nova geração, estão realmente dispostos a ouvir ou apenas a falar?!

Não existe um “ser” concreto chamado organização nem um “mundo” que seja apenas corporativo, ambos são formados por pessoas, seres humanos, que constroem e ditam regras para o funcionamento dessas instituições.

É importante que as organizações pensem em políticas e mecanismos de comunicação interna para ouvir seus públicos e principalmente seus colaboradores. Sem esquecer que apenas instrumentos não suprem essa necessidade.

Então é nesse contexto que o comunicador deve exercer um papel estratégico na articulação dos fluxos da comunicação dentro da organização, atuando de maneira eficiente tanto para comunicar, quanto para ouvir.

Por Alinne Arantes 

*Pesquisa realizada com mais 300 jovens de uma universidade particular situada na Zona Leste de São Paulo.
Disponível em: http://www.aceleresuacarreira.com.br/2010/05/como-motivar
-geracao-y.html

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Geração Y


Até pouco tempo era apenas uma forma de classificar uma nova geração, agora essa nomenclatura é realidade e está no mercado de trabalho, a tão comentada geração Y está mudando ou pelo menos está fazendo com que a maneira de gerir em algumas empresas mude.

A geração Y é composta por jovens que nasceram no advento da internet e do celular, nas empresas buscam uma ascensão rápida, querem conhecimento e poder de decisão, são profissionais do mercado e não de uma empresa.

Diante disso, alguns líderes estão mudando a maneira de as carreiras de seus funcionários, esses jovens são conhecidos como impacientes, infiéis e insubordinados e também estão preocupados com responsabilidade social e sustentabilidade.

Alinhar tanta expectativa não está sendo uma tarefa fácil para as organizações, mas algumas empresas já começam a fazer mudanças. Na Microsoft, por exemplo, os funcionários revisam metas e planos de carreira duas vezes por ano com o chefe imediato.





Antes, algumas empresas renomadas no mercado não precisavam de muitos esforços para atrair jovens profissionais, mas geração Y não liga muito para o nome da empresa, eles querem mesmo é desafios, crescimento rápido, colocar a mão na massa.

Os programas de trainee, que normalmente são a porta de entrada dos jovens nas empresas, estão mudando sua forma de remuneração, a General Electric, por exemplo, passou a oferecer progressão salarial atrelada a metas. No final do programa, a remuneração de cada participante pode ser 50% maior que no início. Na Unilever o programa foi estendido de dois para três anos para que os jovens considerados talentosos tenham tempo de atuar em diversas áreas e sejam expostos a mais desafios. No final dos três anos podem chegar ao cargo de gerente.

As organizações estão com o tempo se adaptando a essa nova realidade, mas esses jovens também estão se adaptando a cultura das organizações que representam, no final das contas ambos precisam ceder.Um bom início é alinhar expectativas e ser transparente com os desejos e anseios, os líderes precisam ouvir o que esses jovens têm a dizer, pois essa geração será o novo líder de um amanhã bem próximo.

Por: Sarah Salgado
Fonte: Revista Exame. 20/03/2008